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Coleções ou DataSets?

Qual a melhor solução para os projetos em .Net ? Trabalhar com coleções de objetos customizados, DataSets Puros ou DataSets Tipados?

A resposta: depende da arquitetura escolhida, do tamanho do projeto e do tempo disponível.

Se estivermos desenvolvendo um projeto Windows Forms a melhor forma é trabalhar com DataSets, pois abrimos a conexão com o banco, fazemos as alterações necessárias e persistimos os dados, dessa forma minimizamos consideravelmente o acesso ao banco e ganhamos performance, independente de utilizarmos DataSets Puros ou Tipados.

Tanto em projetos Web como Windows Forms, o uso de coleções de objetos customizados nos dá um maior controle sobre a aplicação, além disso, estamos utilizando o verdadeiro conceito da orientação à objetos, porém, é necessário um tempo maior para a criação de todas as funcionalidades, visto que tudo deverá ser criado do zero, mas a performance se torna muito maior. Para o preenchimento de coleções podemos utilizar DataReader que é muito mais rápido que DataSets tornando a aplicação mais robusta.

Em arquiteturas 3 camadas (apresentação, negócio e acesso a dados) conseguimos abstrair o banco da camada de negócios e ficamos de certa forma independente do banco de dados, pois caso mude de SGBD apenas esta camada sofre alterações e qualquer alteração será transparente para a camada de negócios, onde é mais vantajoso utilizar coleções customizadas, pois uma boa parte do tempo é gasto na camada de acesso a dados e com um pouco mais de tempo o projeto se torna mais escalável.

DataSets Puros são criados via programação e armazenam dados tabulares (informações relacionais resultadas de consultas a banco de dados) onde podemos aproveitar as várias funcionalidades já existentes neste objeto, porém ele não possui estrutura pronta e nem tipagem de dados antes do prenchimento e muitas vezes depois de preenchido é necessário vários casts pra chegar ao resultado ideal, além disso, tem o tempo do “overhead” na montagem da estrutura. Outra desvantagem de DataSets é que ao utilizarmos devemos saber o nome das colunas ou índices e caso utilizarmos índices qualquer alteração na ordem das colunas no banco de dados poderá inconsistir o código. Uma das vantagens do uso de DataSets é o suporte que o mesmo oferece a XML. O DataSet pode ser muito útil para sistemas pequenos que não necessitam de N camadas e principalmente pra quem utiliza arquitetura baseado no SQL Server pela facilidade no desenvolvimento, porém o uso excessivo pode deixar o sistema pesado.

DataSets Tipados oferecem uma gama de vantagens sobre os DataSets Puros, pois possuem atributos, relacionamentos e chaves primárias, tipagem de dados, entre outros, que podem ser feitos em tempo de design, além disso, é de fácil criação (pode-se arrastar a tabela através do Server Explorer ou a própria procedure que será criado automaticamente) e pode ser utilizado como o objeto de negócio na aplicação, embora não é o mais correto. Outra vantagem é a pouquíssima quantidade de linhas para uso na programação.

Bom, cada forma tem sua vantagem e desvantagem, cabe à cada um escolher o melhor para sua solução.

Deixem suas críticas, dúvidas e sugestões.

Até a próxima!

1.º Fórum W3C no Brasil

Foi inaugurado o escritório brasileiro da W3C, o que é uma verdadeira honra poder contar com uma sede da organização em nosso país.

O W3C é um consórcio internacional com a missão de conduzir a web ao seu potencial máximo, criando padrões e diretrizes que garantam a sua evolução permanente. Mais de 80 padrões foram já publicados, entre eles HMTL, XML, XHTML e CSS.

Os resultados dessa iniciativa já podem ser percebidos: acontecerá na próxima terça-feira, dia 30 de Setembro, o 1º Fórum W3C Brasil, com o intuito de discutir padrões em acessibilidade, usabilidade, mobilidade, web semântica e TV Digital. Além da discussão destes assuntos, há a intenção de reunir os atuais colaboradores e encontrar novos contribuintes para o trabalho da W3C no Brasil.

Programação Preliminar

09:00 - Painel de abertura com os afiliados Brasil

“Os padrões web e seus impactos no futuro da governança da TI”Marcos Vinicius Mazoni, presidente, SERPRO (convidado) Luiz Fernando Soares, professor, PUC-Rio Everaldo Bechara, presidente, iLearn Demi Getschko, diretor-presidente, NIC.br

11:00 - Convidado internacional:

“The ways to Web Semantic”

Klaus Bierkenbihl, coordenador dos escritórios internacionais do W3C

11:45 - Convidado especial

“A Web Semântica no Brasil”

Hugo Hoeschl, presidente da ABEP

12:15 - Debate sobre a atuação do W3C Escritório Brasil

jQuery e JavaScript para Designers: Exemplos e boas práticas.

Introdução

Hoje falarei um pouco mais sobre o jQuery tecnologia emergente que facilita a utilização de Ajax em páginas Web.

jQuery é um framework para ajudar os desenvolvedores a se concentrarem na lógica dos sistemas da web e não nos problemas de incompatibilidade dos navegadores atuais.

Seu lema é escrever menos e fazer mais.

Ele possui plugins adicionais que vão desde efeitos visuais na página da web até controle de dados via ajax.

Uma função escrita em Javascript puro tem uma diminuição nótavel quando reescrita com este framework.

Principais funcionalidades

  • Resolução da incompatibilidade entre os navegadores.
  • Redução de código.
  • Reusabilidade do código através de plug-ins.
  • Utilização de uma vasta quantidade de plugins criados por outros desenvolvedores.
  • Trabalha com AJAX e DOM.
  • Implementação segura de recursos do CSS1, CSS2 e CSS3.

Sua aplicação eficiente consiste em separar as funções do javascript da marcação XHMTL através um arquivo externo aplicando as funções no id, classe ou tag do elemento desejado.

Abaixo listarei alguns exemplos de sua utilização:

Exemplo 1:

Aplicação incorreta:

<a onclick="funcao()" href="#">Enviar</a>

Observe que a função javascript foi inserida no evento “onclick” diretamente no XHTML, esta prática não é recomendada pois mistura funções com a marcação XHTML dificultando assim futuras manutenções e atualizações.

Aplicação correta:

XHTML:

<a href="pagina.html" class="enviar">Enviar</a>

Arquivo JavaScript externo:

$('a.enviar').click(function(){
	alert('Voce clicou no link a com a classe "enviar"');
});

Exemplo 2:

Aplicação incorreta:

<script language="javascript">
var data = new Date();
if(data.getHours() < 12)
	document.write('Bom dia !');
else
	document.write('Boa Tarde!');
</script>

Aplicação correta:

XHTML:

<p title="Mensagem">Bom dia!</p>

Arquivo JavaScript externo:

var data = new Date();
if(data.getHours() >= 12)
{
	var saudacao = $('p[title="Mensagem"]');
	saudacao.text('Bom dia!');
}
else
{
	saudacao.text('Boa Tarde!');
}

Exemplo 3:

Marcação terrível:

<table>
    <tr>
        <td onclick="funcao();">Primeira Opção</td>
        <td>Descrição da primeira opção.</td>
    </tr>
    <tr>
        <td onclick="funcao();">Segunda Opção</td>
        <td>Descrição da segunda opção.</td>
    </tr>
</table>

Marcação incorreta:

<dl>
    <dt onclick="funcao();">Primeira Opção</dt>
    <dd>Descrição da primeira opção.</dd>
    <dt onclick="funcao();">Segunda Opção</dt>
    <dd>Descrição da segunda opção.</dd>
</dl>

Marcação correta:

<dl id="lista">
    <dt>Primeira Opção</dt>
    <dd>Descrição da primeira opção.</dd>
    <dt>Segunda Opção</dt>
    <dd>Descrição da segunda opção.</dd>
</dl>

Arquivo JavaScript externo:

$(document).ready(function()
{
	$('dt[title^="P"]').click(function() {
		alert('Clicou no Primeiro item!');
	}
	$('dt[title^="S"]').click(function() {
		alert('Clicou no Segundo item!');
	}
});

Conclusão:

Com jQuery as possibilidades de um Designer conseguir um bom resultado sem programar muito são bem maiores.

Abaixo listo alguns sites e tutoriais onde você poderá encontrar maiores informações:

Sobre jQuery:

Leitura recomendada: Marcação Semântica

Obrigado, até a próxima

 

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Danilo Thomé Gonçalves | dtggoncalves@gmail.com | Curitiba | PR